Datas: 07 de FEVEREIRO 19h30
Local: Teatro Fernando Torres
Rua Padre Estevão Pernet, 588
Tatuapé - São Paulo - SP
MULHERES EM CHAMAS
Sucesso de público, Miá Mello, Camila Raffanti e Juliana Araripe apresentam comédia sobre menopausa, liberdade e recomeço
Montagem com direção de Paula Cohen reúne criadoras de grandes sucessos para abordar com humor e afeto um tema ainda cercado de tabu.
Três mulheres, 40+, presas em um elevador. Dezessete minutos sem sinal, sem ventilação e sem filtro. Assim começa Mulheres em Chamas, criado e protagonizado por Camila Raffanti, Juliana Araripe e Miá Mello, – nomes ligados a sucessos como Mãe Fora da Caixa e Confissões das Mulheres de 30. O espetáculo, com direção de Paula Cohen, traz à cena um tema urgente e ainda pouco representado: a menopausa. Com humor, franqueza e sensibilidade, a peça quebra o silêncio sobre uma fase que atravessa a vida de todas as mulheres, mas que ainda é cercada de tabu e desinformação.A montagem equilibra o riso com a vulnerabilidade para romper com o silêncio secular em torno da menopausa, muitas vezes vivida na solidão por gerações anteriores. “Queremos tirar o tema da invisibilidade e tratá-lo com leveza, informação e humor, sem abrir mão da honestidade emocional”, destaca Paula Cohen. A encenação transita entre o realismo e a fantasia com liberdade estética. Os vídeos cênicos do estúdio Bijari e a paleta de cores vibrantes dialogam com os figurinos simbólicos criados por Iara Wisnik. Tudo se articula à luz poética de Marisa Bentivegna, compondo uma linguagem visual pop e afetiva que potencializa a experiência da dramaturgia em cena. A trilha original de André Caccia Bava sustenta e permeia a poesia entre a comédia e os temas mais sensíveis.Durante o confinamento forçado dentro de um elevador, as personagens compartilham angústias, memórias e delírios, atravessadas por mudanças do corpo, pressão social e medo de perder o desejo. “O elevador simboliza essa paralisia do climatério, que nos arrebata de repente. Mas, aos poucos, nos libertamos — e, quando as portas se abrem, estamos maisconscientes”, comenta Camila Raffanti.O texto mistura realidade e ficção para retratar com humor o turbilhão interno da menopausa. “Tudo que é pessoal aproxima. O humor transforma tragédia em evolução. Existe o mundo real e o mundo hormonal — e conseguimos brincar com os dois”, diz Juliana Araripe. “Estamos fazendo check-in na senhora que queremos ser. E são as amigas que nos ajudam a atravessar essa fase sem achar que enlouquecemos de vez. Só um pouco”, brinca. Miá Mello revela que a motivação surgiu da própria experiência. “Achei que fosse jet lag, mas eram os primeiros sintomas. Falar disso no teatro é oferecer ferramentas para atravessar esse período, que pode durar até 10 anos e ter mais de 70 sintomas.” Camila reforça: “Meu climatério começou aos 39. Rir disso é alívio — e quero que os homens riam com a gente também.A encenação transita entre o cotidiano e o absurdo para dar conta desse rebuliço hormonal. “Trouxemos o dia a dia, o explosivo, o hormonal — e é aí que surgem os momentos mais surrealistas”, diz Miá. Camila completa: “O que acontece dentro nem sempre combina com o que está fora. Às vezes, é tudo ao mesmo tempo — como na peça.” Mulheres em Chamas é, acima de tudo, um espetáculo para todos: “As mulheres vão rir pela identificação, e os homens talvez entendam, pela primeira vez, o que se passa dentro da gente porque na peça mostramos a realidade e o outro mundo, o mundo hormonal que é bem surrealista. É para todas as idades — e principalmente para quem atravessa a menopausa. A gente precisa falar sobre isso”, diz Juliana Araripe.
Sinopse:
Três mulheres, 40+, presas em um elevador. Dezessete minutos sem sinal, sem ventilação e sem filtro. Assim começa Mulheres em Chamas, criado e protagonizado por Camila Raffanti, Juliana Araripe e Miá Mello, – nomes ligados a sucessos como Mãe Fora da Caixa e Confissões das Mulheres de 30. O espetáculo, com direção de Paula Cohen, traz à cena um tema urgente e ainda pouco representado: a menopausa. Com humor, franqueza e sensibilidade, a peça quebra o silêncio sobre uma fase que atravessa a vida de todas as mulheres, mas que ainda é cercada de tabu e desinformação.A comédia estreou em junho de 2025 e mais de 16 mil pessoas já assistiram.
Indicação: 14 anos
Duração: 80 minutos
INTEIRA: R$ 120,00 - ANTECIPADO: R$ 80,00 - MEIA: 60,00
Realização: C.A PRODUÇÕES
Politica da meia entrada: Meia Entrada: Estudantes, Pessoa com deficiência e um acompanhante, Idosos (pessoas com mais de 60 anos), diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais, professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino.
O benefício de meia-entrada é assegurado para 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento, conforme o Decreto nº 8.537/15.
Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: Bilheteria do Teatro Fernando Torres.
Endereço: Rua Padre Estevão Pernet, 588 – Tatuapé/SP
Horário de Funcionamento da Bilheteria: Quarta a Domingo das 14h às 19h. Em dias de espetáculo, até o início do espetáculo.
Os ingressos para PNE/PCD devem ser adquiridos diretamente na bilheteria.
Confira seu ingresso (data, local, horário e lugar escolhido) e troco no ato da compra. Trocas ou devoluções posteriores não serão efetuadas.
Para sua comodidade, chegue 30 minutos antes do horário marcado em seu ingresso.
Tolerância de atraso 15 minutos - não terá devolução ou troca de ingresso
Informações Importantes para o Público
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Informamos que o espetáculo de possui classificação indicativa de 14 anos. Dessa forma, menores de 14 anos não poderão acessar o evento, mesmo acompanhados de pais ou responsáveis legais, sem a apresentação de uma autorização formal preenchida e assinada por seu responsável legal.
Agradecemos a compreensão e colaboração em respeitar as normas de acesso estabelecidas, garantindo uma experiência segura e em conformidade com a classificação indicativa.