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O Teatro

                   

          Fernando Torres iniciou sua carreira de ator em 1949, na peça A dama da madrugada, do dramaturgo Alejandro Casona.

          Um ano depois, conheceu a atriz e companheira de toda sua vida, Fernanda Montenegro, e tiveram 2 filhos, a atriz Fernanda Torres e o cineasta Cláudio Torres.

          Após a mudança para São Paulo, integrou grandes companhias teatrais como TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), a Companhia Eva Todor e o Teatro Maria Della Costa. Em 1959, fundou o Teatro dos Sete, junto com Sérgio Britto, Ítalo Rossi, Fernanda Montenegro e Gianni Ratto. Nesse grupo, foi produtor e diretor de teatro, sendo a peça O beijo no asfalto, de Nelson Rodrigues, um de seus trabalhos mais premiados.

          Entre 1970 e 1972, voltou a atuar, além de assinar a produção, em O interrogatório, de Peter Weiss, e A longa noite de cristal, de Oduvaldo Vianna Filho, ambas com direção de Celso Nunes, 1970; Computa, computador, computa, de Millôr Fernandes, 1971; e a temporada carioca de O Interrogatório, 1972, pela qual recebeu o Prêmio Molière Especial pela produção.

          No cinema, entre outros, Fernando Torres atuou em Os inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade, Tudo bem (1978), de Arnaldo Jabor, e O beijo da mulher-aranha (1984), de Hector Babenco. Suas últimas participações foram nos filmes Ação entre amigos (1998) e Redentor (2004), obra de estreia de seu filho Cláudio Torres.

          Trabalhou também em televisão. Na TV Globo, estreou como diretor da novela Minha doce namorada, em 1971. Foi ator em baila comigo (1981); Sétimo sentido (1982); Amor com amor se paga (1984); Zazá (1997), além de Laços de família (2000) – sua última aparição no vídeo.

          Viveu 80 anos, brindando o Brasil com sua arte!

 

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          Veja o vídeo sobre a inauguração do Teatro Fernando Torres (clique aqui)

          Assista também o vídeo da abertura do teatro ao público com a pré-estreia da peça Trair e Coçar é Só Começar, de Marcos Caruzo (assista aqui)